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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Acórdão do TJSP reconhece a crueldade aos animais em rodeios





Acórdão do TJSP reconhece a crueldade aos animais em rodeios


Por Renata de Freitas Martins, advogada ambientalista

Em novembro de 2007 a Mountarat Associação de Proteção Ambiental moveu uma ação civil pública em face de Doctor's Ranch, tendo como objeto o impedimento da ré em utilizar animais em festivais, treinamentos, aulas ou eventos similares a serem realizados a qualquer momento.
A Mountarat abraçou tal demanda considerando-se diversas denúncias que vinha recebendo sobre as constantes laçadas de animais realizadas na Estrada de Caucaia, altura do número 1000, no Município de Cotia, com diversos testemunhos de flagrantes de animais desfalecidos no local, bem como o anúncio da ré de que realizaria um festival de laçadas de animais naquele mês.
A trajetória foi longa e árdua, sendo que em primeiro grau, apesar do juiz a quo reconhecer que "restou comprovado que as provas que utilizam laços causam maus tratos aos animais", julgou a ação improcedente, por entender que o pedido da autora foi genérico.
De fato, optamos na citada ação em fazer um pedido abolicionista, com o objetivo de finalmente levar ao Judiciário a coerência em prol dos direitos animais, ou seja, impedindo-se qualquer forma de utilização dos animais.
Ocorre que, como tal pedido não foi acolhido em primeira instância, sendo que nem ao menos foi a ação julgada parcialmente procedente, impedindo-se as comprovadamente cruéis laçadas, outra opção não havia se não a apelação.
Assim, apelamos justificando de forma incisiva a coerência lógica, jurídica e filosófica do pedido amplo (abolicionista), mas, ao mesmo tempo, não pretendendo colocar tudo a perder (sem aventuras jurídicas, mas apenas uma introdução do abolicionismo no Judiciário!), requeremos incisivamente que ao menos as laçadas fossem vetadas, já que esta é a atividade corriqueira e única da ré.
Pois bem. No último dia 31.03.2011 a citada Apelação foi julgada pela Câmara Especial de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Apesar de inúmeras vitórias em primeiro grau contra os rodeios, até então, infelizmente diversos haviam sido os julgamentos do TJSP no sentido de que se os apetrechos usados em rodeios e atividades similares atendessem às especificações da lei federal dos rodeios (sedém de algodão, esporas sem pontas, laço com redutor de impacto etc.), não haveria qualquer impedimento às atividades, considerando-se a falta de comprovação científica que tais atividades submetem os animais a crueldades (sic).
Porém, desta vez tudo foi diferente. Em um brilhante Acórdão relatado pelo Desembargador Renato Nalini pudemos ver os direitos animais reconhecidos pelo Tribunal paulista em relação aos rodeios (Apelação n.º 0013772-21.2007.8.26.0152).
Merecem destaque alguns trechos do citado Acórdão, nas sábias e inspiradoras colocações do Exmo. Desembargador:
" (...)
Toda prova produzida quanto à matéria tratada neste autos é contundente.
(...)
A atividade do rodeio submete os animais a atos de abuso e maus tratos, impinge-lhes intenso martírio físico e mental, constitui-se em verdadeira exploração econômica da dor ...
(...)
Ainda que se invoque a existência de uma legislação federal e estadual permissiva, a única conclusão aceitável é aquela que impede as sessões de tortura pública a que são expostos tantos animais.
(...)
E é evidente que os animais utilizados em rodeios estão a reagir contra o sofrimento imposto pela utilização de instrumentos como esporas, cordas e sedém. A só circunstância dos animais escoicearem, pularem, esbravejarem, como forma de reagir aos estímulos a que são submetidos, comprova que não estão na arena a se divertir, mas sim sofrendo indescritível dor.
Não importa o material utilizado para a confecção das cintas, cilhas, barrigueiras ou sedém (de lã natural ou de couro, corda, com argolas de metal), ou ainda o formato das esporas (pontiagudas ou rombudas), pois, fossem tais instrumentos tão inofensivos e os rodeios poderiam passar sem eles.
Em verdade, sequer haveria necessidade dos laudos produzidos e constantes dos autos para a notória constatação de que tais seres vivos, para deleite da espécie que se considera a única racional de toda criação, são submetidos a tortura e tratamento vil.
(...)
Tampouco convence a alegação de que a festa de rodeio é tradição do homem do interior e faz parte da cultura brasileira - como se isso justificasse a crueldade contra animais. As festas hoje realizadas em grandes arenas, com shows, anunciantes e forte esquema publicitário, nada têm de tradicional, no máximo constituem exemplo de um costume adotado por parcela da população - essa sim prática reiterada e difundida - de copiar e imitar estrangeirices, o country da cultura norte-americana. Sua proibição - no que tem de martirizante aos animais - não causará dano algum à cultura bandeirante ou nacional.
(...)
Infelizmente, está longe o tempo em que a humanidade se conscientizará de que a vida é um fenômeno complexo e que a realidade holística da aventura terrena une toda manifestação vital por elos indissolúveis. Rompido qualquer deles, as consequências serão nefastas não apenas para aquela espécie atingida mas também para todas as demais.
Aparentemente a humanidade regride. (...) . Em pleno século XXI há quem se entusiasme a causar dor a seres vivos e se escude na legalidade formal para legitimar práticas cujo primitivismo é inegável."
Ante as citadas incontestáveis assertivas, ao final deu-se parcial provimento à apelação da Mountarat, condenando a ré na obrigação de não fazer para que se abstenha de realizar provas de rodeio em festivais/eventos (bulldogging, team roping, calf roping e quais outras de laço e derrubada), bem como em treinos e aulas sob pena de aplicação de multa diária no valor de cinco mil reais.
Sem dúvidas tal decisão significa um enorme ganho aos animais e ao reconhecimento de seus direitos e nos torna mais esperançosos e fortes para prosseguirmos nesta longa caminhada que tem sido a busca pela total abolição ao uso de animais.
A inspiração torna-se maior e a esperança que esta decisão seja pacificada no Tribunal bandeirante é agora nossa maior sonho - e que este não seja utópico!


E LEMBRANDO A TODOS:


RODEIO É COISA DE CUZÃO

quinta-feira, 31 de março de 2011

Você gosta de grafite?


Se a resposta para a pergunta acima é sim, não deixe de conferir o blog DRINK AND DIE.
DRINK AND DIE. é um blog especializado em grafite e pixação, e tem como objetivo de divulgar os trabalhos feitos pelos artistas de rua.
Quer arte mais maloqueira e underground do que grafite e pixação?
Então acesse o blog e divirta-se!


BLOG- DRINK AND DIE.

quarta-feira, 30 de março de 2011

CxPxAx, A banda mais extrema que a zona sul já conheceu!


O INÍCIO

CxPxAx, se você mora no extremo sul de São Paulo, provavelmente já ouviu falar esse nome!
A banda foi formada em 2001 (se não me engano) e durou até 2009 (se não me engano).
O som era crossover, uma mistura do que há de mais extremo no metal com o que há de mais agressivo e maloqueiro no hardcore/punk.
Eu tive a honra de fazer parte da banda na última fase do CxPxAx, fui membro da última e mais extrema formação!
A banda começou em mais ou menos 2001, o som era bem mais punk... um punk rock/hardcore cru e sujo, sem muita frescura, com fortes influências das bandas dos anos 80, fortes influências finlandesas, um dos covers tirados pela banda essa época era MELLAKKA da clássica banda finlandesa KAAOS.
A banda nesse seu início teve várias formações, a que eu mais me lembro era Donizete no vocal, Misael no baixo, Eduardo Testão na Guitarra e Thomas na bateria.
Essa formação tocou muito, fizeram vários show em vários lugares de São Paulo com várias bandas fodas.
Depois de algum tempo Testão teve que se afastar da banda por motivos pessoais, então a formação ficou Misael no baixo e voz, Donizete na guitarra e vocal e Thomas na bateria.
Nessa época a banda começou a ficar meio grind, na verdade o CxPxAx sempre teve muita influências de grind, mas nessa época essas influências começaram a ficar mais claras.
Depois de algum tempo Donizete se tornou pai e acabou meio que sumindo... literalmente... ninguém encontrava o cara, sumiu!!!

SEGUNDA FASE DA BANDA E A NOVA FORMAÇÃO

Me lembro que o Thomas chegou a sair da banda por algum motivo e depois acabou voltando, o CxPxAx tava meio parado, sem tocar, e me lembro que nessa época eu já tinha muita vontade de tocar no CxPxAx, cheguei até dar umas indiretas para o Misael mas não rolou, nessa época o Testão também voltou pra banda.
Quem acabou assumindo os vocais foi Gabriela, ex vocalista da banda FUCK NAME, e atual namorada do baterista Thomas.
Depois de algum tempo Donizete apaeceu de novo, e ficou durante algum tempo dividindo os vocais com a Gabi, não me lembro se a banda fez algum show com essa formação.
A entrada da Gabi na banda deu um gás novo, a banda ficou muito mais brutal.
Donizete acabou saindo de vez da banda e Gabriela ficou durante um tempo fazendo os vocais.
Nessa época o CxPxAx tocou no Espaço Impróprio, conhecido espaço underground de São Paulo, e eu acabei fazendo uma participação especial em uma das músicas, 15 dias após esse show o gruitarrista Testão me convidou para entrar na banda como vocalista, eu como sempre fui fã da banda não pensei duas vezes e aceitei.
A formação então ficou Thomas na bateria, Misael no baixo, Testão na guitarra, Douglas no vocal e Gabriela no vocal.
O CxPxAx então chegou a um nível jamais imaginado por aqueles que conheceram a banda no começo, riffs super rápido e dementes, bateria extrema, linhas de baixo absurdamente criativas e os vocais fodas da Gabi, os meus vocais eram assim, mais ou menos, hehehe.
Fizemos alguns show com essa formação, o mais foda foi na CASA DE CULTURA DE PIRAPORINHA, no festival PIRAPORINHA FEST realizado no extremo sul de São Paulo pela própria banda. Tivemos a honra de dividir o palco nesse dia com nada mais nada menos que ARE YOU GOD?, LIFE IS A LIE, WESTERN DAY (banda do meu amigo Carlinhos) e PROJECT HOPLESS da Suécia, tocamos com a casa cheia... mas infelizmente esse também foi o último show do baterista Thomas e consequentemente o último show do CxPxAx. Depois que o Thomas saiu da banda não conseguimos achar outro baterista que tocasse na mesma pegada e a banda acabou por acabar, o resto é lenda.

DISCOGRAFIA
*Demo Ensaio
*Praga Dos Arrabaldes (Coletânea que contava com CxPxAx, Anti-Mídia, Carne Moída e Menstruação Anárquika
*Alguns Singles que estão no myspace da banda

VALE LEMBRAR....

Na mesma época do CxPxAx Thomas e Testão tocavam na banda de hardcore melódico 4 fun (quase emo) STUPID CORPORATION, nessa banda o Testão tocava bateria e o Thomas tocava baixo, Thomas saiu da banda e quem assumiu os graves no seu lugar foi Misael.

PÓS CxPxAx

Depois que a banda acabou Misael já convertido ao Hare Krishna fundou junto com o Testão e alguns ex membros da banda No Sox Core a banda de Krishna Core LEVANTE.
O LEVANTE acabou também e hoje em dia Misael toca na banda, também de Krishna Core ABHAY.

Thomas e Gabi atualmente tocam na banda fudidona de Crust NUCLEAS FRÖST.

E eu escrevo para esse blog e estou tentando montar uma nova banda.

FOTOS:

FORMAÇÃO ANTIGA

Misael e Donizete

Show no bar do Bal

Thomas e Donizete, show no Novo Aeon Rock Club

Donizete, Novo Aeon

Misael, Novo Aeon

SHOW NO IMPRÓPRIO, ÚLTIMA FORMAÇÃO

Testão


Misael

Douglas (eu)

Gabi e Misael

Douglas e Gabi

Douglas e Gabi

SHOW NO FxAxCxAx


Misael e Douglas antes do Show (Misael com o gatinho colo)


CxPxAx quebrando tudo no FxAxCxAx

CxPxAx em frente ao FxAxCxAx


ENSAIO


Douglas e Misael


DOUGLAS E MISAEL DAS ANTIGAS

Misael e Douglas no Novo Aeon

Misael e Douglas no Estúdio Afonsoon

SHOW NA CASA DE CULTURA DE PIRAPORINHA (ÚLTIMO SHOW)

Eu e os suécos do Project Hopless


CxPxAx

CxPxAx

Misael e Thomas

Douglas

Douglas

Gabi bangeando!

Thomas e Testa

CxPxAx

Gabi e Douglas


 CxPxAx


 CxPxAx


 Thomas


 Gabi


 CxPxAx HARDCORE


 CxPxAx


CxPxAx

CxPxAx Thrash!


CxPxAx Forever




quinta-feira, 17 de março de 2011

Vocal Rasgado




Vocal rasgado
Origem: Wikipédia

Em termos musicais, a expressão vocal rasgado significa o tipo de voz emitida com "distorção" (também chamado "drive"), som muito utilizado no rock, hardcore, death metal, thrash metal, grind core, power violence, thrash core, crust core,etc.. mas também em outras culturas, especialmente em rituais ancestrais.

Existe bastante discussão acerca da prática de tal sonoridade ser prejudicial à saúde vocal, mas existem vários professores se especializando em desenvolver as técnicas para vocal extremo (Melissa Cross, Rob Lunte, Jaime Vendera, etc).

Ponto pacífico é que é drive é um recurso mais agressivo ao trato vocal, portanto exige maior condicionamento para que seja produzido sem maiores consequências, o que não significa que elas não existirão.


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Fotos acima:
Calota, vocalista do I shot Cyrus
Ratos de Porão, João Gordo alterna seus vocais em gutural e rasgado.
Nossa Vingança (foto de Mauricio Santana, cara que sou fã). 


 

Vocal Gutural







Vocal Gutural
Origem: Wikipédia


O vocal gutural (do latim guttur, que significa garganta, goela), em música, é uma técnica vocal que produz um som rouco, grave ou profundo, que se obtém através do apoio diafragmático(comumente usado na maioria dos estilos de canto), que é uma técnica de respiração, juntamente com distorções no som produzido nas pregas vocais e laringe, que produz um som grave e rouco, com uma agressividade característica. O estilo é muito usado em bandas de metal de estilo death metal, metalcore, deathcore, grind core, crust core, hardcore, power  e thrash metal. Também é bastante comum no black metal, gothic metal e em algumas variantes do symphonic metal.


Muitos dizem que Gutural e drive vocal (chamado também de vocal rasgado) são a mesma coisa. Mas são completamente diferentes. O drive vocal é uma técnica que produz um som mais limpo do que o Gutural, mas tem um efeito de agressividade na "voz limpa". O drive é muito usado em bandas de Heavy Metal, Hard Rock, Thrash Metal, grind core, hardcore, power violence, thrash core e Speed Metal.
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Fotos Acima:
Claustrofobia- vocal gutural muito foda!
Max Cavalera
Derrick Green 
Krisiun
João Gordo 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Você sabe o que é QueerCore??? Então descubra lendo o texto abaixo.


LIMP WRIST, BANDA PUNK STRAIGT EDGE QUEER
 


QUEERCORE
Militância, movimento punk e peso. De fanzines obscuros a influência na cena alternativa, a história do movimento único no gueto
Por Breno Soares

Em tempos de liberdade de expressão, onde a mídia mostra o que deseja mostrar, onde os jornalistas protestam e onde a censura já não é tão forte quanto na época da ditadura, vemos tantos movimentos surgirem quanto pessoas podem criá-los.

A música como instrumento de protesto, tanto quanto de prazer não poderia ficar de fora. Desconhecido por muitos, o Queercore é um movimento com poucos expoentes de sucesso como Marilyn Manson, que por razões de mercado caiu fora desse. Outros mais obscuros vestem a camisa e batem no peito.

O Queercore é filho do punk, um braço do estilo que resolveu caminhar pelas ruas gays da música. Protesta, grita, é pesado e muitas vezes sujo como punk, mas gay em suas letras e atitudes.

Considerado mais que apenas um movimento musical, o Queercore é considerado um movimento social e cultural que teve início em meados da década de 80 e mesmo sendo um movimento gay, preferiu (ou foi obrigado) a ficar afastado das rodas gays e lésbicas da época.

 


Mesmo tendo surgido do punk, o movimento compreende atualmente artistas em outros gêneros musicais como: hardcore punk, synthpunk, indie rock, power pop, no wave, noise, experimental, industrial, etc. Pois ser Queercore hoje em dia é muito mais que fazer punk gay e sim ter a atitude do grupo.

Inicialmente chamado de Homocore, os primeiros gritos do movimento foram ouvidos por um zine canadense, de Toronto, fundado por G.B. Jones e co-publicado por Bruce LaBruce, o J.D.s Este é considerado o início do movimento. Teve oito publicações de 1985 até 1991.

A coisa pegou mesmo quando depois das primeiras edições do J.D.s. Os editores escreveram um manifesto entitulado “Não seja gay”, mesmo nome de um artigo originalmente lançado em outro fanzine da época, Maximum RocknRoll. O artigo foi lançado pelo Maximum em Fevereiro de 1989 e atacava tanto a cultura punk quanto a cultura gay.

O J.D.s respondeu com esse manifesto e logo em seguida lançou um fita com os nomes mais expoentes do Queercore, como as bandas canadenses Fifth Column e Nikki Parasite, a americana Bomb, as inglesas The Apostles, Academy 23 e No Brain Cells além da Gorse, da Nova Zelândia. Nessa época muitas bandas da cena estavam levando o título de Queercore, muito mais pelo seu suporte ao movimento, e não necessariamente bandas de gays. Depois Los Crudos e Go! vieram a engrossar a lista, mas desta vez tendo algum membro queer ou gay assumido.


 

“(…) Talvez a definição esteja baseada mais na expressão individual, mas dizem que é o tipo de coisa que você reconhece quando vê. Ao invés de tentar categorizar e definir, as pessoas tendem a se juntar a ele, exatamente por sua diversidade, por ser interessante e pelas possibilidades a serem desenvolvidas a partir do conceito original. Muitas pessoas optam por usar o termo queercore pra se afastar das imagens trazidas pela associação com o movimento punk, e para incluir tanto os punks gays como todas as outras coisas que refletem suas idéias básicas (…).”

Esse texto foi retirado das... 
*revista Oasis
*Revista O Grito