quinta-feira, 5 de maio de 2011

psychic possessor - 1988 - toxin diffusion








ESSE FLYER É RARO HEIM MANO!!!




Eu ia resenhar esse albúm e falar um pouco sobre essa banda, mas a Wikipédia fez isso tão bem que deixei pra lá!

Após uma Demo-Tape, lançam o primeiro disco, o clássico, Toxin Diffusion (Cogumelo discos, 1988) que traz uma sonoridade crossover thrash, misturando elementos de death e thrash metal com o hardcore punk europeu. O álbum foi gravado no conceituado estúdio JG emBelo Horizonte e contou com a participação do baterista Arthur Vasconcelos, além de Zé Flávio e Lauro Netto. Toxin Diffusion é considerado por muitas pessoas, como um dos melhores discos de Metal já realizados no Brasil e no mundo, possuindo uma legião de fanáticos seguidores. Curiosamente, nunca atingiu um grande número de vendagem. Mas mesmo assim criou fama no underground santista, brasileiro e mundial. Com bases pesadas e sem solos, foi totalmente inovador na época.
Após o lançamento do álbum de estréia, e depois de várias brigas, eles decidiram formar uma nova banda, com sonoridade mais voltada para o hardcore punk com menos influêcias de death e thrash metal. Mantiveram o mesmo nome, para aproveitar o contrato com a gravadora Cogumelo, que previa a gravação de mais discos.
O "novo" Psychic Possessor contava, além do guitarrista, Zé Flávio, com o baterista Maurício "Boka", o baixista Fabrício e o vocalista Márcio "Nhonho".
Em 1989, lançam seu segundo e mais conhecido álbum, Nós Somos a América do Sul. Com muito menos técnica do que o primeiro e sem muitos traços do passado metálico. Misturando à influência do hardcore punk brasileiro, influências de bandas do hardcore americano comoAgnostic Front, Attitude Adjustment, Minor Threat e Gorilla Biscuits. Esse trabalho foi muito mais bem recebido comercialmente do que o anterior.
A banda ainda continuou até 1991 com Alexandre "Farofa" (ex-OVEC) no lugar de Nhonho nos vocais e chegou a compor material suficiente para um segundo trabalho, que infelizmente nunca foi lançado.
Após o final da banda, Boka entrou no Ratos de Porão e posteriormente no I Shot Cyrus, Zé Flávio montou o Safari Hamburguers e em seguida o Sociedade Armada, enquanto Fabrício e Farofa montaram o Garage Fuzz, Farofa também cantou no Safari Hamburguers entre1992 e 1994.
Em 1991, a banda The Mist regravou a música "Toxin Diffusion", do ábum Toxin Diffusion, em seu álbum The Hangman Tree.
Em 1995, a banda Ratos de Porão regravou a música "Capitalismo", do álbum Nós Somos a América do Sul, em seu álbum de coversFeijoada Acidente?.
Lauro Netto em 2000, montou o Repulsão Explícita
Em 2002, foi lançada a versão em cd do Nós somos a América do Sul, pela gravadora Cogumelo.

01. Toxin Diffusion
02. Manipulation
03. China Dust
04. Zombie Nights
05. First District
06. S.S. Convoy
07. Breath Til Drop
08. T.V. Sucker



quarta-feira, 4 de maio de 2011

8ASSION - B-Camel


HARDCORE JAPONÊS, SEM FRESCURA!


1-B
2-Camel 


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324 & SLIGHT SLAPPERS - Split

Viva as maravilhas do Japão!
Vamos lá....
Split mais do que bonito de duas bandas extremamente fudidas!!!
Só que.... a faixa do 324 ficou zuada ao ser digitalizada... peço desculpas, e essa parada é extremamente rara... então aproveitem a faixa do SLIGHT SLAPPERS
De um lado seria o 324, banda de grindcore japonês, rápida, extrema e violenta!
Do outro lado o SLIGHT SLAPPERS, banda japonesa de power violence muito animal que em breve postarei mais alguns albúns que tenho deles.

1.) 324 - no song title (sinto muito...)
2.) SLIGHT SLAPPERS - Vanette

Busscops- LIVE Hangar 110 (09/08/09)


Busscops, live in HANGAR 110!
Vídeo feito por mim no show do Busscops!
Nesse mesmo dia tocaram Ratos de Porão e Violator, então, imagina se não foi brutal a parada!!!
A qualidade do vídeo não é das melhores porque minha câmera é tosca, mas vale a intenção! 

The Accüsed - Oh Martha! LP 2005 (US)




Banda de Thrash/ Crossover muito, mas muito foda mesmo!
Uma das melhores bandas do estilo!
Se você gosta de thrash peão, crossover maloca, Suicidal Tendencies e Skate, essa é a banda!
Letras com alto teor gore.
P.S. a capa de cima é do CD e a de baixo é do LP que vocês estão baixando, a versão em CD tem 5 faixas a menos, são só 14. Estou tentando achar a versão alemã do albúm que tem 32 faixas, tão logo eu achar posto pra vocês.




1 Martha Will
2 Fueled By Hate
3 Crapassreality
4 Fast Zombies Rule! 
5 Dying On The Vine 
6 Hooker Fortified Pork Products
7 Life Kills On
8 National Embalming School 
9 Filth Hounds Of Hades 
10 Stay Dead
11 Scream And Die
12 Of The Body
13 13 Letters
14 Have You Ever Been Mellow? 
15 Distractions
16 Martha Splatterhead
17 Slow Death
18 Take My Time
19 Fuckin For Bucks



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segunda-feira, 2 de maio de 2011

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MUKEKA DI RATO LANÇANDO NOVO CD!


Ae rapaziada, sabadão tem show de lançamento do novo Cd do MUKEKA DI RATO, no Hangar 110, e eu estarei lá fotografando e cobrindo essa parada... então segunda feira após o show podem entrar aqui no blog que já vão encontrar fotos de todas as bandas!!!
O nome do novo CD é ATLETAS DE FRISTO, segundo MOZINE, baixista do MUKEKA fristo é a mistura do crack com a maconha, aqui em São Paulo conhecido mais popularmente como mesclado ou claudinho.
A abertura fica por conta das bandas IN YOUR FACE, LA RAVANCHA e seu power violence fudido, INKOGNITTA dos meus amigos Shamil e Fabiano e UNDERTOWN, banda conterrânea do MUKEKA DI RATO.
Nos vemos lá! 

Acórdão do TJSP reconhece a crueldade aos animais em rodeios





Acórdão do TJSP reconhece a crueldade aos animais em rodeios


Por Renata de Freitas Martins, advogada ambientalista

Em novembro de 2007 a Mountarat Associação de Proteção Ambiental moveu uma ação civil pública em face de Doctor's Ranch, tendo como objeto o impedimento da ré em utilizar animais em festivais, treinamentos, aulas ou eventos similares a serem realizados a qualquer momento.
A Mountarat abraçou tal demanda considerando-se diversas denúncias que vinha recebendo sobre as constantes laçadas de animais realizadas na Estrada de Caucaia, altura do número 1000, no Município de Cotia, com diversos testemunhos de flagrantes de animais desfalecidos no local, bem como o anúncio da ré de que realizaria um festival de laçadas de animais naquele mês.
A trajetória foi longa e árdua, sendo que em primeiro grau, apesar do juiz a quo reconhecer que "restou comprovado que as provas que utilizam laços causam maus tratos aos animais", julgou a ação improcedente, por entender que o pedido da autora foi genérico.
De fato, optamos na citada ação em fazer um pedido abolicionista, com o objetivo de finalmente levar ao Judiciário a coerência em prol dos direitos animais, ou seja, impedindo-se qualquer forma de utilização dos animais.
Ocorre que, como tal pedido não foi acolhido em primeira instância, sendo que nem ao menos foi a ação julgada parcialmente procedente, impedindo-se as comprovadamente cruéis laçadas, outra opção não havia se não a apelação.
Assim, apelamos justificando de forma incisiva a coerência lógica, jurídica e filosófica do pedido amplo (abolicionista), mas, ao mesmo tempo, não pretendendo colocar tudo a perder (sem aventuras jurídicas, mas apenas uma introdução do abolicionismo no Judiciário!), requeremos incisivamente que ao menos as laçadas fossem vetadas, já que esta é a atividade corriqueira e única da ré.
Pois bem. No último dia 31.03.2011 a citada Apelação foi julgada pela Câmara Especial de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Apesar de inúmeras vitórias em primeiro grau contra os rodeios, até então, infelizmente diversos haviam sido os julgamentos do TJSP no sentido de que se os apetrechos usados em rodeios e atividades similares atendessem às especificações da lei federal dos rodeios (sedém de algodão, esporas sem pontas, laço com redutor de impacto etc.), não haveria qualquer impedimento às atividades, considerando-se a falta de comprovação científica que tais atividades submetem os animais a crueldades (sic).
Porém, desta vez tudo foi diferente. Em um brilhante Acórdão relatado pelo Desembargador Renato Nalini pudemos ver os direitos animais reconhecidos pelo Tribunal paulista em relação aos rodeios (Apelação n.º 0013772-21.2007.8.26.0152).
Merecem destaque alguns trechos do citado Acórdão, nas sábias e inspiradoras colocações do Exmo. Desembargador:
" (...)
Toda prova produzida quanto à matéria tratada neste autos é contundente.
(...)
A atividade do rodeio submete os animais a atos de abuso e maus tratos, impinge-lhes intenso martírio físico e mental, constitui-se em verdadeira exploração econômica da dor ...
(...)
Ainda que se invoque a existência de uma legislação federal e estadual permissiva, a única conclusão aceitável é aquela que impede as sessões de tortura pública a que são expostos tantos animais.
(...)
E é evidente que os animais utilizados em rodeios estão a reagir contra o sofrimento imposto pela utilização de instrumentos como esporas, cordas e sedém. A só circunstância dos animais escoicearem, pularem, esbravejarem, como forma de reagir aos estímulos a que são submetidos, comprova que não estão na arena a se divertir, mas sim sofrendo indescritível dor.
Não importa o material utilizado para a confecção das cintas, cilhas, barrigueiras ou sedém (de lã natural ou de couro, corda, com argolas de metal), ou ainda o formato das esporas (pontiagudas ou rombudas), pois, fossem tais instrumentos tão inofensivos e os rodeios poderiam passar sem eles.
Em verdade, sequer haveria necessidade dos laudos produzidos e constantes dos autos para a notória constatação de que tais seres vivos, para deleite da espécie que se considera a única racional de toda criação, são submetidos a tortura e tratamento vil.
(...)
Tampouco convence a alegação de que a festa de rodeio é tradição do homem do interior e faz parte da cultura brasileira - como se isso justificasse a crueldade contra animais. As festas hoje realizadas em grandes arenas, com shows, anunciantes e forte esquema publicitário, nada têm de tradicional, no máximo constituem exemplo de um costume adotado por parcela da população - essa sim prática reiterada e difundida - de copiar e imitar estrangeirices, o country da cultura norte-americana. Sua proibição - no que tem de martirizante aos animais - não causará dano algum à cultura bandeirante ou nacional.
(...)
Infelizmente, está longe o tempo em que a humanidade se conscientizará de que a vida é um fenômeno complexo e que a realidade holística da aventura terrena une toda manifestação vital por elos indissolúveis. Rompido qualquer deles, as consequências serão nefastas não apenas para aquela espécie atingida mas também para todas as demais.
Aparentemente a humanidade regride. (...) . Em pleno século XXI há quem se entusiasme a causar dor a seres vivos e se escude na legalidade formal para legitimar práticas cujo primitivismo é inegável."
Ante as citadas incontestáveis assertivas, ao final deu-se parcial provimento à apelação da Mountarat, condenando a ré na obrigação de não fazer para que se abstenha de realizar provas de rodeio em festivais/eventos (bulldogging, team roping, calf roping e quais outras de laço e derrubada), bem como em treinos e aulas sob pena de aplicação de multa diária no valor de cinco mil reais.
Sem dúvidas tal decisão significa um enorme ganho aos animais e ao reconhecimento de seus direitos e nos torna mais esperançosos e fortes para prosseguirmos nesta longa caminhada que tem sido a busca pela total abolição ao uso de animais.
A inspiração torna-se maior e a esperança que esta decisão seja pacificada no Tribunal bandeirante é agora nossa maior sonho - e que este não seja utópico!


E LEMBRANDO A TODOS:


RODEIO É COISA DE CUZÃO

sexta-feira, 29 de abril de 2011

REIginaldo Rossi - Um Tributo VA [1999]



O recifense Reginaldo Rossi iniciou sua carreira artística em 1964 sob a influência dos Beatles e integrando-se à Jovem Guarda. No início, imitava Roberto Carlos.
Orgulha-se ao dizer que foi o primeiro cantor de rock do Nordeste, quando comandava o grupo The Silver Jets.
Tem mais de trezentas composições gravadas e faz uma média de 25 shows por mês, em todo o Brasil.
Sua base é o Recife, mas tem fã-clubes espalhados pelas principais capitais brasileiras: Salvador, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Maceió, Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Manaus, entre outras, onde é conhecido por O Rei.
Daí o nome desse maravilhoso tributo REIginaldo Rossi!
Destaque para a versão do Devotos para ''O Rock Vai Voltar".


01 - Lenine - A Raposa a As Uvas
02 - Zé Ramalho - Era Domingo
03 - Cascabulho - Deixa de Banca ('Borogodá')
04 - Querosene Jacaré - Tô Doidão
05 - Lula Queiroga - Pedaço de Mau Caminho
06 - Loop B & Stela Campos - Tão Sofrido
07 - Geraldo Azevedo - As Quatro Estações
08 - Mundo Livre S.A. - Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme
09 - Eddie & Dj Dolores - Cuca Fresca
10 - Via Sat - Complexo de Cachorro
11 - Otto - Garçon
12 - Devotos - O Rock Vai Voltar
13 - D.M.P. & Os Fulanos - No Claro ou no Escuro
14 - Véio Mangaba - Ai Amor!
15 - Comadre Florzinha - Desterro
16 - Paulo Francis Vai Pro Céu - O Pão


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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Carnivore - Carnivore





Com certeza você já ouviu falar daquela banda de rock com um vocal muito cavernoso chamada Type O Negative. 
Pois é o ex vocalista do Type O Negative, o finado Peter Steele, fazia parte do Carnivore!
Mas aqui o buraco é mais embaixo malandro!
O som é o mais puro thrash/crossover com uma pegada completamente anos 80.

*Surely you've heard that rock band with a very vocal cavernouscalled Type O Negative.
For it is the former lead singer of Type O Negative, the late PeterSteele, was part of the Carnivore!
But here the rabbit hole goes rogue!
The sound is the purest thrash / crossover with a footprint through 80years.



*Seguramente usted ha escuchado que la banda de rock con una voz muy cavernoso llamada Type O Negative.
Porque es el ex cantante de Type O Negative, "el muerto" Peter Steele, fue parte de la carnívore!
Pero aquí es el hoyo canalla!
El sonido es más puro thrash / crossover con una huella a través de 80 años.


Carnivore - 01 - Predator
Carnivore - 02 - Carnivore
Carnivore - 03 - Male Supremacy
Carnivore - 04 - Armageddon
Carnivore - 05 - Legion of Doom
Carnivore - 06 - God is Dead
Carnivore - 07 - Thermo-Nuclear Warrior
Carnivore - 08 - World Wars III and IV


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